quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A festa do BTT


O nosso álbum está a ficar repleto de fotos novas.

Tem sido uma festa toda esta preparação da prova. Os reconhecimentos do terreno, os testes, as limpezas e o disfrutar dos troços tem sido muito compensador.... mas dá uma trabalheira.... :D

Vai valer a pena o esforço. Vai ser uma prova memorável!!!
Passem no álbum.
Clica no link



A Padaria

terça-feira, 19 de agosto de 2008

II Maratona BTT de Estarreja - Gráficos de Empeno

A pedido de muitas familias, aqui ficam os "gráficos de empeno", também conhecidos como gráficos de altimetria, da II Maratona BTT de Estarreja - "Rota do Antuã".



40km (acumulado subida +-950m)
















80km (acumulado subida +-1500m)















A Padaria

quarta-feira, 2 de julho de 2008

2ª Maratona BTT de Estarreja - "Rota do Antuã"



É com enorme satisfação que apresentamos a 2ª edição da Maratona de BTT de Estarreja, cuja 1ª edição em 2007 ficou marcada pelo sucesso junto dos participantes.

21 de Setembro de 2008 – 9 horas

Nas vertentes de Maratona (80Kms) e Meia-Maratona (40Kms), os percursos levam-nos a visitar locais fantásticos nas terras envolventes ao Rio Antuã, muitos deles nunca explorados e preparados especialmente para a prova. Assim sendo podem encontrar-se alguns single-tracks de grande beleza natural, ladeados por água e vegetação em estado bruto e intocado.

Os troços caracterizam-se por uma grande variedade de piso, elevação e dificuldade, quer física, que técnica. Podem encontrar-se subidas suaves e subidas duras, quer pela elevação, quer pelo piso técnico. Mas como o que sobe também desce, no outro sentido, as descidas são os momentos de maior adrenalina, onde as zonas mais técnicas requerem destreza e alguma dose de coragem e sangue frio. Depois há também as zonas mais moderadas onde o que conta é a velocidade ao pedal, sempre no encalço do melhor tempo.
Nível de dificuldade global: Média/Alta

Para este ano a Organização investe numa marcada melhoria da qualidade nos serviços oferecidos aos participantes na prova e também aos acompanhantes dos mesmos.
Para os participantes, além do habitual pacote de inscrição (Dorsal, Seguro, Abastecimentos, Banhos e Almoço), este ano aposta-se na oferta de um Jersey alusivo à prova, que é sempre de grande utilidade. Para os melhores classificados haverá também uma melhoria nos prémios, incluindo Prize-Money.
Para os acompanhantes organizam-se várias actividades complementares, como são: Passeio pedonal à reserva BioRia (com guia especializado), Aula de Hip-Hop, Serviço de acompanhamento de crianças com uma zona de lazer.

Contamos com a vossa presença, que agradecemos desde já, pois é para vocês que trabalhamos e preparamos esta prova.
Vamos fazer deste dia, um dia bem passado, com boa disposição, fair-play e que seja uma boa recordação. E já agora, lembrem-se do Ambiente e não atirem lixo para o chão / mato.


Inscrições e pagamentos:
20,00 € (50% desconto para senhoras)
Almoço acompanhantes: 5.00 €


Data limite para inscrições: 14 de Setembro 2008 (limitado a 500 participantes)
Inscrições através do Site:
http://www.gsmorenos.com/
Contacto:
gsmorenos@gmail.com
Secretariado/Concentração: Piscina Municipal de Estarreja
Entidade Responsável: ARC GSMORENOS

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Mantenham-se atentos às actualizações de informação no site oficial.

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FOTOS e VIDEOS
http://picasaweb.google.com/baiopao.reicetim/PreparaO2MaratonaBTTEstarreja2008


A Padaria

domingo, 6 de abril de 2008

Pausa

Cara comunidade panificadora.

Em virtude da participação, de vários elementos desta mui nobre inquipe, no 1º torneio de futsal inter grupos de carnaval de Estarreja, as actividades de distribuição irão ficar suspensas por duas semanas.

Prevê-se que só dia 20 voltemos a ter pão.

Até lá vão guardando a manteiga no frigorifico, pois a próxima fornada vai ser a valer.

A Padaria

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Passeio em Campia-Vouzela

Ora cá estamos novamente para mais um relato.
Desta vez mudámos de ares e fomos mais alto. Seguimos até Vouzela, mais concretamente até Campia, onde o clube de BTT local organizou mais um passeio, tal como acontece a cada 2 meses.

Foi a nossa estreia na distribuição naquelas bandas, aliás, nunca tinhamos subido tão alto na nossa carreira. Começámos aos 480m de altitude.



Como é sabido, neste Domingo estava um belíssimo tempo. Estava exactamente a convidar a sair da cama para montar na pasteleira, mas, como bons intletas, lá fomos.
A concentração foi na escola em Campia. No parque de estacionamento estavam poucos carros. Porque seria? ahhh não sei já tinhamos dito que estava bom tempo.
Depois de meter gasolina (leia-se cafezada no posto de abastecimento próximo) lá nos preparámos (nós e as pasteleiras). Depois de nos inscrever-mos e ter-mos escutado todas as instruções, seguimos pro monte. Desta vez tinhamos de seguir +/- em grupo porque ia ser duro.

Estavamos cheios de pica. Já mencionámos o facto de que estava bom tempo, certo?
Um bocado de asfalto e logo de seguida entrámos no pinhal, com piso em terra e, agora é que vem a novidade, piso em pedra. Sim pedra, pedregulho ou rocha, como lhe queiram chamar. Começou a aventura. Como sabem, pedalar em pedra já é fácil por natureza, e com o belo tempo que estava (já tinhamos falado nisso, ou não??) então estavam reunidas as condições ideais para pedalar de uma nova forma, ou seja, com a pasteleira à mão.
Depois de muito esforço lá passámos a 1ª fase (e mais difícil) do percurso. No momento que chegámos de novo a asfalto, isto por volta do km5, que percorremos no maravilhoso tempo de 40min, já o Renato TGV queria dar de frosques.
"fdx... tou farto de pedra. Tou todo roto. Vou mas é embora..."
Nesta altura o mestre pasteleiro, Juju, quase que arrancava à dentada um raio que tinha partido da roda de trás. Ahh e o carro vassoura, o colega da moto 4 que nos acompanhou todo o percurso, ou nós a ele, já trazia um pendura. Estava cansado.
O TGV bem queria mas não teve hipótese. Uma distribuição que começa, só acaba no fim. E mainada!!!

Lá retomámos a pedalada, depois de uma amena cavaqueira com os 2 bombeiros que acompanharam o percurso. Há, antes de mais, que dar os parabéns a estas pessoas que se juntam a estes eventos, sem esquecer, evidentemente, a organização pela dedicação.

Pois... o percurso continuou a subir, a subir, até ao ponto mais alto de todo o trajecto, marcando cerca de 810m de altitude. Foi uma grande tirada.
Depois disto foi sempre a descer. (o povo nem gosta).
Passámos por locais fantásticos, troços fabulosos.
A dada altura o Juju quase foi tomar banho. Deparámo-nos com um troço que era um autêntico rio, ou melhor, um rápido. O Juju estava numa de passar montado, mas a pasteleira por pouco não o mandou tomar banho. Depois de fazer bem as contas lá se decidiu a pegar nela e passar à mão. (Não por nada, mas não tinha trazido o champoo).

Ainda lá no cimo, o grupo conferenciou, logo após o malho do Kengas (quis parar em cima dum penedo. Escorregou... pumba), e decidiu que estava na hora do farnel. Como não sabiamos se iamos ter nova oportunidade, achámos por bem dar ao serrote. Estávamos com 9km percorridos. (isto é pessoal de muito sustento. Só faltou o garrafão de vinho)
Recompostos, foi sempre a partir pedra por lá baixo. Grande speed, uns saltos, uns sustos do caraças, mas lá descemos bem.
Ao km11 tivemos uma surpresa. Então não é que os bacanos da organização nos presentearam com um reforço?!?! Espectáculo!!! Como estávamos com fomeca pois tinhamos comido a última vez, já ia pra cima de um tempão (2,2 km e 24 minutos antes), lá nos atracámos ao alimento. Afinal, não queriamos que o pessoal levasse a mal.
De pança cheia lá arrancámos a todo o vapor. (bom... mais ou menos)
Tinham-nos avisado de que ali adiante passava um ribeiro e que a vala era enganadora. O Ginho como ainda não se tinha metido em apuros quase que ia ao charco. Escusado será dizer que o Kengas estava a ajudar imenso. (chulo)
Estavamos num ritmo alucinante, mas a verdade é que mais alucinante estava para chegar poucos metros adiante.
Como estava a chover (não me lembro se já tinhamos falado nisso), lama era coisa que não faltava. Terra, água e lama tudo bem, mas meus amigos... MERDA?!?!?! Isso é que não estava no programa. Então não é que algum esperto se lembrou de abrir as comportas da vacaria, e toca de despejar a fossa para o caminho?!?!? No meio de tanta terra e água, aquela poça que se aproximava parecia ser mais uma bela concentração lama, mas não, era uma belissima concentração de MERDA.
Ainda atónitos com o que se tinha passado, e sobretudo com o nosso estado miserável, lá continuámos. O que haviamos de fazer???? Só nos riamos e gritávamos... "MERDA PRA ISTO!!!", "MAS O QUE É ESTA MERDA?!?!"
Talvez por causa do cheiro o Renato TGV perdeu o equilibrio, embate num pedregulho, enfia um pau nos cranks, perde o controlo, e lá vai aço. Catrapum, estatelou-se.
Depois de ver que tudo estava bem, o Ginho estatelou-se no chão a rir.
O Juju e o Kengas pararam e voltaram para trás para ver e rir também.
Nesta altura, o Ginho, que andou a ver muitos filmes dos rangers, aproveitou para rastejar no meio da erva para tirar a merda que trazia agarrada.
Meus amigos, o cheiro que traziamos era qualquer coisa de inacreditável. Não podiamos estar perto de ninguém, nem de nós mesmos.
Escusado será dizer que até final do percurso a conversa tinha um denominador comum. Sim, a verdadeira bosta de vaca e o seu cheiro revigorante.
O percurso a partir de aqui tornou-se menos técnicos, mas rolável, sem subidas tão pronunciadas , bom, tirando uma ou outra.

Na passagem pelo Rio Alfusqueiro ainda ponderámos seriamente ir a banhos, contudo optámos por passar pela ponte a pé (não a pontapé). Logo de seguida o engaço do Juju fura. Mais uma paragem técnica para mudar a câmara e disfrutar do maravilhoso cheiro proveniente do suco intestinal das lindas vaquinhas. Estávamos radiantes com o nosso aroma. Tal era o encanto, que pensámos em registar a patente do odor. Imaginámos logo o slogan publicitário: "O perfume de uma inquipa de merda."

O percurso estava quase a terminar. Estávamos com 26km. O local era a barragem no rio Alfusqueiro. Uma bela imagem. Um grande cenário. E uma subida tramada. Até ali tinha sido sempre a descer.
Até final o Kengas ainda teve tempo para uma caîmbras, ou melhor, caibradas, como dizia um dos companheiros de luta. O Kengas ao ouvir este termo ficou logo de orelha guiada.

Á chegada só queriamos mesmo era lavar as pasteleiras, tomar banho e almoçar.

O banho foi algo de inovador já que lavámos roupa e corpo ao mesmo tempo. Era um género de strip-tease no chuveiro.

Tudo pronto e arrumado, lá seguimos para o almoço, pois o nosso companheiro Ramalheira já nos aguardava no "Sacristão".

Resumindo:
Foi um belo passeio, cheio de bons troços, vários single-tracks, muitas surpresas agradáveis, bom, tirando a parte da caquinha das vaquinhas.

Recomendamos vivamente que passem por lá e aproveitem esta oportunidade que o clube de BTT de Vouzela nos proporciona.
Para eles o nosso agradecimento.

(terminada a crónica, vou pegar fogo à roupa)


A Padaria

sexta-feira, 28 de março de 2008

Domingo de Páscoa

Domingo, 23 de Março de 2008

Mais um Domingo... mais um encontro biciclistico da industria panificadora, mas …calma, que é isto? Que dia é hoje?
Heresia! Sacrilégio! É Domingo de Páscoa. Como é possível irem estas almas pedalar num dia santo como este?
Bom, não nos exaltemos. Afinal de contas, como bons “homes” (não homes sérios, porque home sério só há um) que somos, até marcámos a saída para mais cedo.
Era importante sair cedo, para voltar cedo. Às 11h, obrigatoriamente, tínhamos de estar em casa do secretário kengas, pois o padeiro-mor e vice-presidente Rogério tinha de ir buscar um roncas para o almoço. Caso contrário arriscava-se a ter alguns problemas politico-matrimoniais.


O combinado: Arranque às 8h
O real: Arrancámos às 8h20. (não está mal)



Presentes:
Rogério Vice-Presidente
Kengas Secretário
Júlio Pasteleiro
Ginho Jornalista
Miguel Vou Andando
Chiquinho Cavaleiro
Apolo Cavaleiro
Marco Bigodes
Tiago “O químico”

Antes de mais, é de referir que hoje o kengas ia “tirar os 3” ao material novo que até brilhava. Instalou todos os componentes (pedaleira, cassete, travões, manetes, desviadores e corrente) da conhecida e conceituada marca Farinha Amparo, modelo trigoXTR.

Ora pois… lá fomos nós a caminho dos pinhais da Póvoa, para depois passar para Avanca, contudo hoje a distribuição seria diferente. Cerca de 1km depois de começarmos, eis senão que, a pasteleira do Ginho decide que não ia a lado nenhum. Paragem de emergência. Toque a reunir à volta do sinistrado desviador. Toda a equipa temia o pior. O cenário não era animador. Depois de alguma conversação e de o Miguel tirar 3 caixas de ferramentas, 1 bancada, 1 “barbadora”, 1 máquina de soldar, 1 serrote e 1 “barroquie da mochila, chegou-se ao diagnóstico. O pior cenário confirmava-se: O dropout e escora estavam danificados e com eles o desviador de trás estava inoperante.
Gerou-se o pânico. O medo instalou-se. A raiva e a fúria também. Por sorte não havia nenhum martelo na mochila do Miguel, porque os instintos do Ginho eram assustadores…
Conclusão: Voltámos todos para a secretaria para ir buscar a 2ª pasteleira do Kengas.
(O que se pode ver durante o retorno à base, é que a única coisa que alegrava o Ginho é que não era preciso pedalar. Os outros empurravam ou puxavam.)

Depois de tudo pronto, toca a andar que já é tarde. (o Tiago tinha de ser o último. Razão: Guerra química) (leia-se "fecha-me esse cú")
Seguimos o trajecto normal das últimas voltas, passando pela vala, por sinal bem cheirosa, onde o Júlio decidiu enfiar o chispe, e pelo belo túnel do ribeiro.
O destino era o track dos jumps, mas como esse é um troço “exigente”, fizemos uma merendinha mesmo na passagem por cima da auto-estrada. Nesta altura o Tiago mantinha-se longe (vá-se lá saber porquê).

Lá fizemos o track dos jumps e o Júlio, que andava cismado em subir uma das ribanceiras, lá tomou balanço e conseguiu. Muito bem.
Ao descer para o riacho, o Júlio e o Ginho passaram e ouviu-se logo atrás “cara…”. Era o Marco que tinha decidido deitar-se no início da descida. Devia estar cansado. O Apolo, logo na 1ª fila, fartava-se de rir.
O Kengas como não pode ver nada, teve de imitar o Marco. Depois de passar tão bem o riacho, decide fazer um bocadito do troço a pé, e então, muito rapidamente, larga a pasteleira, atira-a para o chão, salta por cima dela e desata a correr. Mas que grande momento de corta-mato. Mais uma vez… o Apolo farta-se de rir. (lá terás o teu dia de glória… eheheh)

Seguimos para Sto. Amaro, para depois irmos em direcção à descida da minhoteira, essa já famosa encosta. O termo encosta é realmente o mais apropriado, porque quando lá se chega, o que o pessoal faz normalmente é encostar. Nesta altura já o Apolo tinha terminado a distribuição pois tinha de ir tirar o leite aos coelhos.
Sem grandes peripécias lá se desceu, uns montados, outros nem a pé iam bem J.
Depois daqui e como a hora já apertava, seguimos para casa, subindo por estrada até Santiais, Sto Amaro, Brejinha e Póvoa.

Na secretaria, e porque depois de um esforço físico, o corpo pede alimento, abocanhou-se o resto do folar que o nosso ilustre vice-presidente e padeiro-mor, tinha confeccionado, bem regado com muito bom vinho do porto do kengas.

Foi mais uma grande volta de distribuição e desta vez o Miguel não foi andando.






A Padaria

segunda-feira, 17 de março de 2008

Distribuição de Domingo, 16-03-2008

Vem assim A Padaria estrear os relatos das voltas.

Domingo... dia de montar a pasteleira.
Hora marcada: 9h (timex, como diz o nosso secretário)
Hora de partida: 9h40

Pois... hora de partida 9h40... ehheheh....
Acontece que o nosso ilustre mestre do creme de pasteleiro ficou a trabalhar durante a noite, presumivelmente arduamente, ou no duro, como queiram. Foi muito pão posto no forno, muitas fornadas e quando chegou a hora de fazer a distribuição, pois claro, o valente operário estava exausto e teve problemas em abrir a pestana. Vai daí, o nosso secretário, com todo o afinco, decide soar o alarme, i.e., toca a telefonar, às 9h, não fosse o diabo tecê-las. Ouviu-se do outro lado:

- “Tôôôôuuuuu” (modo de voz de sono: ON, fresco que nem uma alface)
- “Atão car…?!?! O pão vai arrefecer!”, diz o secretário.
- “Xiiii…”, retorquiu o pasteleiro, “oh pá… foi toda a noite a fazer creme e a cozer. Já vou. 5 minutos.”

Lá ficou a restante equipa nos exercícios de aquecimento, em especial de língua, pois durante a distribuição este precioso músculo é bastante solicitado para as mais diversas tarefas, desde o simples “pôr a conversa em dia” (leia-se coscuvilhices), até aos mais fortes e expressivos “Fod… Crl…”, sempre que alguma coisa não corre tão bem.

Aquecimento feito. O Mestre pasteleiro chegou. Hora de arranque, 9h40, rumo à distribuição.
Neste dia compareceram os seguintes biciclistas.
(Começando, claro, pelos ilustres membros da confraria)

Mestre Pasteleiro (o tal do creme e das fornadas), JJ Cruz;
Secretário, Kengas;
Ginho
Renato “TGV” Moedas
Miguel Reice Tim
Chiquinho
Apolo (nova aquisição)

Arrancando pela zona industrial, seguindo para Avanca, e daí para troço “dos saltos”. Do troço dos saltos, até ao riacho (qual o nome??) é um instante. Vamos tão distraídos a saltar e a pedalar, que nem nos apercebemos dos metros a passar. Pelo meio encontramos mais pessoal do TT (mas neste caso sem o “B”). Dois jipes subem a rampa com que o Miguel sonha um dia trepar montado na pasteleira (estás quase lá Miguel).
Passamos o riacho, e nesse momento algumas apostas se fazem sobre quem vai tomar banho, mas desta vez ninguém foi lavar a roupa.
Seguimos então para as bandas de Sto. Amaro, onde o rookie Apolo, habituado a andar montado, mas a cavalo, se ressente do cansaço e as cãibras começam a atacar. Sem apertar muito, lá seguimos todos juntos, pois ninguém fica para trás.
Depois de passar uns pinhais, a apalpar terreno (e correu muito bem), começamos a avançar rapidamente para a tão aguardada descida para o rio Antuã. Esta é a famosa descida onde muito habitualmente se vêm alguns empenos e, tal como não podia deixar de ser, desta vez o Moedix TGV fez questão de levar umas medalhas para casa. Catrapum, catrafdx… burra para um lado, cavalo para o outro, ouvem-se uns #$%”# e lá vai aço para cima dos arbustos. O Miguel e o Júlio voltam a trocar de bina, depois de um período de experimentação das máquinas um do outro. De seguida o Ginho também faz o seu papel mas, antes que fosse ter com os arbustos, decide saltar da burra. Este é daqueles dias em que o “factor cagaço” está elevado. É melhor ir com calma.
São 11h30. O Apolo tem de ir para se preparar para o repasto domingueiro. Com ele vai o Chiquinho.
Os restantes continuam a distribuição subindo da Minhoteira até ao Pinheiro da Bemposta. São +- 2,5 km a subir por estrada.
Entretanto o Miguel volta a trocar de bina, desta vez com o Kengas.
Lá subimos até ao Pinheirense e depois descemos para a Sra. da Ribeira, iniciando assim o caminho de regresso, voltando à Minhoteira, mas desta feita na direcção de Santiais. A partir daqui, entramos no traçado da prova dos 70km da 1ª Maratona BTT de Estarreja, descendo da “Chaminé” até ao Rio Antuã. Neste percurso passamos no local do big jump do Júlio, mas desta vez é melhor não abusar da sorte e passar a ribança à mão.
Cá estamos no Rio, e agora? Bom, vamos procurar o “melhor” sitio para passar pois há que entrar no curso do rio e quanto menos água melhor. O Ginho decide arrancar e logo se vê o que dá. Consegue passar sem atascar. Logo de seguida vem o Júlio que enfia metade da roda da frente no lodo e também “a pata” nessa substância cremosa. O mesmo desfecho tem o Kengas e o Moedas. O Miguel abriu a pestana e escolheu outra via e com isto safou-se do tratamento de beleza dos pés.
Está a chegar ao fim a nossa volta de cerca de 36 km. Passamos no hotel e aqui é só estrada até casa.

Mais uma aventura desta inquipe de distribuição de pão.
A Padaria

quinta-feira, 13 de março de 2008

Abertura da Padaria

Aqui está o tão esperado blog.
Logo para começar, serão lançadas duas votações.


  • O que acham desta inquipa?
  • Quem deve ser o Presidente? (recordar o critério de subida de posto)
Entretanto, o material que tenham, como fotos, videos, artigos, mapas e outros ficheiros, pode ser enviado para o seguinte endereço:

baiopao.reicetim@gmail.com


A Padaria

O que acham desta inquipe?

E o Presidente é... (depois das preliminares, espero não me ter esquecido de ninguém)