sexta-feira, 28 de março de 2008

Domingo de Páscoa

Domingo, 23 de Março de 2008

Mais um Domingo... mais um encontro biciclistico da industria panificadora, mas …calma, que é isto? Que dia é hoje?
Heresia! Sacrilégio! É Domingo de Páscoa. Como é possível irem estas almas pedalar num dia santo como este?
Bom, não nos exaltemos. Afinal de contas, como bons “homes” (não homes sérios, porque home sério só há um) que somos, até marcámos a saída para mais cedo.
Era importante sair cedo, para voltar cedo. Às 11h, obrigatoriamente, tínhamos de estar em casa do secretário kengas, pois o padeiro-mor e vice-presidente Rogério tinha de ir buscar um roncas para o almoço. Caso contrário arriscava-se a ter alguns problemas politico-matrimoniais.


O combinado: Arranque às 8h
O real: Arrancámos às 8h20. (não está mal)



Presentes:
Rogério Vice-Presidente
Kengas Secretário
Júlio Pasteleiro
Ginho Jornalista
Miguel Vou Andando
Chiquinho Cavaleiro
Apolo Cavaleiro
Marco Bigodes
Tiago “O químico”

Antes de mais, é de referir que hoje o kengas ia “tirar os 3” ao material novo que até brilhava. Instalou todos os componentes (pedaleira, cassete, travões, manetes, desviadores e corrente) da conhecida e conceituada marca Farinha Amparo, modelo trigoXTR.

Ora pois… lá fomos nós a caminho dos pinhais da Póvoa, para depois passar para Avanca, contudo hoje a distribuição seria diferente. Cerca de 1km depois de começarmos, eis senão que, a pasteleira do Ginho decide que não ia a lado nenhum. Paragem de emergência. Toque a reunir à volta do sinistrado desviador. Toda a equipa temia o pior. O cenário não era animador. Depois de alguma conversação e de o Miguel tirar 3 caixas de ferramentas, 1 bancada, 1 “barbadora”, 1 máquina de soldar, 1 serrote e 1 “barroquie da mochila, chegou-se ao diagnóstico. O pior cenário confirmava-se: O dropout e escora estavam danificados e com eles o desviador de trás estava inoperante.
Gerou-se o pânico. O medo instalou-se. A raiva e a fúria também. Por sorte não havia nenhum martelo na mochila do Miguel, porque os instintos do Ginho eram assustadores…
Conclusão: Voltámos todos para a secretaria para ir buscar a 2ª pasteleira do Kengas.
(O que se pode ver durante o retorno à base, é que a única coisa que alegrava o Ginho é que não era preciso pedalar. Os outros empurravam ou puxavam.)

Depois de tudo pronto, toca a andar que já é tarde. (o Tiago tinha de ser o último. Razão: Guerra química) (leia-se "fecha-me esse cú")
Seguimos o trajecto normal das últimas voltas, passando pela vala, por sinal bem cheirosa, onde o Júlio decidiu enfiar o chispe, e pelo belo túnel do ribeiro.
O destino era o track dos jumps, mas como esse é um troço “exigente”, fizemos uma merendinha mesmo na passagem por cima da auto-estrada. Nesta altura o Tiago mantinha-se longe (vá-se lá saber porquê).

Lá fizemos o track dos jumps e o Júlio, que andava cismado em subir uma das ribanceiras, lá tomou balanço e conseguiu. Muito bem.
Ao descer para o riacho, o Júlio e o Ginho passaram e ouviu-se logo atrás “cara…”. Era o Marco que tinha decidido deitar-se no início da descida. Devia estar cansado. O Apolo, logo na 1ª fila, fartava-se de rir.
O Kengas como não pode ver nada, teve de imitar o Marco. Depois de passar tão bem o riacho, decide fazer um bocadito do troço a pé, e então, muito rapidamente, larga a pasteleira, atira-a para o chão, salta por cima dela e desata a correr. Mas que grande momento de corta-mato. Mais uma vez… o Apolo farta-se de rir. (lá terás o teu dia de glória… eheheh)

Seguimos para Sto. Amaro, para depois irmos em direcção à descida da minhoteira, essa já famosa encosta. O termo encosta é realmente o mais apropriado, porque quando lá se chega, o que o pessoal faz normalmente é encostar. Nesta altura já o Apolo tinha terminado a distribuição pois tinha de ir tirar o leite aos coelhos.
Sem grandes peripécias lá se desceu, uns montados, outros nem a pé iam bem J.
Depois daqui e como a hora já apertava, seguimos para casa, subindo por estrada até Santiais, Sto Amaro, Brejinha e Póvoa.

Na secretaria, e porque depois de um esforço físico, o corpo pede alimento, abocanhou-se o resto do folar que o nosso ilustre vice-presidente e padeiro-mor, tinha confeccionado, bem regado com muito bom vinho do porto do kengas.

Foi mais uma grande volta de distribuição e desta vez o Miguel não foi andando.






A Padaria

2 comentários:

Kengas disse...

Mais um a bela reportagem...
E como não podia deixar de ser o novo Vice Presidente é o Moedas TGV...

Penso que irá haver mexidas nos estatutos pois vai haver cargos honorários logo Renato TGV Presidente, hahahaha...

Unknown disse...

excelente temos um trilho espectacular

O que acham desta inquipe?

E o Presidente é... (depois das preliminares, espero não me ter esquecido de ninguém)